OFICINAS DA MULHER
As oficinas tem uma duração média de 20 horas, realizadas em quatro encontros semanais ou mensais, de cinco horas cada uma.
Se realizam também nos fins de semana de sexta a partir das 18 horas a domingo até 12 horas.
A VIAGEM HERÓICA DA MULHER

É Uma proposta de reflexão sobre a trajetória pessoal de cada mulher.
O mito heróico masculino nos fala de um personagem desbravador, conquistador e ao mesmo tempo puritano inflexível e linear.
O feminino é um trânsito ambivalente, repleto de indagações e retornos, um caminho ondulatório e imprevisível que nos convida a trabalhar desde uma perspectiva diferente as questões da produção, família e relacionamentos que enfrentamos diariamente.
Cortar, colar colorir, construindo o mapa das escolhas pessoais na vida de cada uma.
A TRAVESSIA DA MENOPAUSA

A Menopausa tem sido concebida como uma enfermidade carencial: carência de menstruação, carência de capacidade reprodutiva e carência de estrogênios, não obstante é um ciclo de profundos insights, de entendimentos, de escolhas, e de compreensão pelo caminho que transitamos na vida, assim ela pode ser vivida como libertação de compromissos familiares, realização de projetos postergados e vocações não exercidas.
A proposta é de trabalhar mudando os padrões sociais e culturais que transformam a mulher na media idade num ser vulnerável, frágil, entristecido e sem equilíbrio emocional.
LILITH

O mito de Lilith pertence a grande tradição dos testemunhos orais que estão reunidos nos textos da sabedoria rabínica.
A história aparece no Talmud e no Alfabeto Bem Sirá (séculos VI e VII).
Lilith a primeira mulher de Adão não aceita a ordem patriarcal de ter de ficar por baixo do corpo masculino na hora do sexo, ela se revolta, vá embora e habita no Mar Vermelho com as cobras as corujas e os animais que rastejam.
Simboliza aqueles aspectos da mulher desconhecidos dela mesma , a raiva, a rebeldia, a sexualidade que são difíceis de serem vividos e aceitos.
Este arquétipo e trabalhado pela sua força profundamente transformadora e catártica, ele possibilita que a mulher abandone situações de abuso e auto-destruição.
INANNA - ABRAÇANDO A SOMBRA

A história pertence à tradição da suméria, onde esta Deusa é reconhecida como doadora de fertilidade e rainha dos céus.
Inanna desce ao mundos dos mortos por vontade própria para experimentar a transformação e a regeneração.
O poema conhecido como “A Descida de Inanna aos Infernos” nos mostra o caminho de encontro com a sua sombra escura, simbolizada pela sua irmã Eriskegal; nua e curvada a rainha se mostra na presença da morte.
A mulher moderna apresenta para o mundo um modelo de eficiência e uma fantástica imagem pública mas se desvincula dos seus aspectos internos: medo, baixa estima, sensação de inadequação e fracasso que a acompanham como uma sombra esquecida e não enfrentada.
Realizar a trajetória de Inanna possibilita integrar vivências escondidas, procurando harmonia interna da mulher adulta.


